Como a IA encontra o acórdão certo.
Você pergunta como falaria com um colega. A plataforma entende a ideia, procura no acervo, confere e devolve a resposta com a ementa e o link oficial do tribunal. Veja a conversa acontecer, e depois o caminho por dentro.
Da pergunta à fonte, em segundos
O caminho, passo a passo
Entender a pergunta
Como o advogado que, ao ouvir o cliente, já traduz o relato em tese jurídica.
A plataforma lê sua frase pelo significado, não só pelas palavras. Ela percebe que "banco" e "instituição financeira" são a mesma coisa, e que você está perguntando sobre a relação de consumo.
Você escreve: "o banco segue o CDC?"Procurar no acervo
Como percorrer a biblioteca inteira de uma vez, em vez de folhear um repertório por vez.
A busca percorre milhões de acórdãos, súmulas e precedentes ao mesmo tempo, cruzando a palavra exata e o significado. É a busca híbrida em ação: nada relevante fica de fora só porque foi escrito de outro jeito.
Procura por: consumidor · instituição financeira · relação de consumoConferir e ordenar
Como ler a ementa antes de citar, para não usar um julgado fora de contexto.
Entre os candidatos, a plataforma separa os mais relevantes e lê a ementa real de cada um, o resumo oficial da decisão. Assim a resposta se apoia no texto do documento, e não num palpite.
Encontra: Súmula 297 do STJ, com a ementa verificadaResponder com a fonte
Como o parecer que cita a fonte de cada afirmação, para você poder conferir.
A resposta chega em português, direto ao ponto, e carrega o link oficial do tribunal. Você clica e confere a decisão na origem. Esse link é obrigatório: nenhuma resposta sai sem a fonte.
Responde: "Sim. Súmula 297 do STJ" + link oficialPor que a resposta não inventa
Modelos de linguagem, sozinhos, podem "alucinar": citar um julgado que não existe. O iaJus evita isso por desenho. A resposta não nasce da memória do modelo; ela nasce de uma busca no acervo real. O que o modelo faz é explicar, em português, o que a busca encontrou.
E cada afirmação vem com o link da fonte. Esse link não é um enfeite: é uma regra de contrato dos dados, conferida automaticamente. Quando a plataforma não encontra base no acervo, ela responde que não encontrou, em vez de preencher o vazio.
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